23/06/2013

Exílio

Ah, todo o cais é uma saudade de pedra! (Alvaro de Campos)

No Mar da indiferença, 
Ao exílio condenada, 
Sou Capitã de esperanças.
A minha pena navega,
A minha alma vaga.

No Oceano povoado,
Por letras, acentos e velas, 
Busco a folha em branco. 
Terra firme onde a palavra,
Insurreta e livre , prospera.

(RB)

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