Amor,palavra desgastada,
para uns é utopia
para outros motivo de risada
Em certas datas pode significar flores
bombons, motél, juras eternas
noutras são lágrimas e
saudade...
Amor para mim
é estar hoje aqui, escrevendo
estas linhas para você
És tão próximo que as vezes
nos misturamos, desgraçadamente,
e não sabemos mais quem é quem
você me conhece por todos os ângulos
em determinados momento
ascende meu ódio e
apaga minha lucidez
Amor é essa metamorfose,
e Hoje pra mim, ele tem a tua cara sua cara
e eu não quero estar em nenhum outro lugar
e com mais ninguém
Só desejo ir pro nosso cantinho
e brincar de faz de conta
fazer uma mágica que faça sumir
as contas,evaporar gente safada
e garantir que isso, o amor, não acabe logo
sonhar com os dias em que velhinhos
o amor esteja renovado
como o sorriso de uma criança
e seja lá o que tenha acontecido
teremos um ao outro.
(dedico a Luiz Bittencourt, meu esposo)
31/07/2007
28/07/2007
ciclo
Uma flor se abriu
revelando ao jardim o seu perfume
ofuscando os olhares com
seu vermelho-desejante
que cintila intermitente
olhos aflitos- extasiados assitem
ao espetáculo
delírio, veneração
De tanto amor é arrancada
do jardim
Está morrendo
murcha e inodora
já não lhe amam mais!
Outra flor se abriu...
by renatabomfim
revelando ao jardim o seu perfume
ofuscando os olhares com
seu vermelho-desejante
que cintila intermitente
olhos aflitos- extasiados assitem
ao espetáculo
delírio, veneração
De tanto amor é arrancada
do jardim
Está morrendo
murcha e inodora
já não lhe amam mais!
Outra flor se abriu...
by renatabomfim
casamento
Segura minha mão, amor,
nesta noite, quando
os dias são frios e cinzentos
e em torno de mim, as sombras se avolumam.
Ergue tua cabeça ao infinito,
imagina que eu estou lá,
na finitude meu canto,
a te dizer que vale a pena ser
quem somos.
Sim, somos dois loucos,
acreditamos em coisas que,
na realidade, poucos acreditam
em clichês do tipo:
o bem sempre vence o mal,
ser honesto é ser inteligente,
acreditamos em eternidade.
Nos une um sentimento que
põe à mesma mesa
Cristo, Buda, Kardec, Maomé...
comungando um prato apimentado,
ofertado pelas sacerdotisas de Gaia.
Eu e você, dois loucos,
repito,
vivemos na urgência,
para nós o tempo é
a aranha e não a teia.
E num dado momento
nos perguntamos
será verdade?
será possivel?
será um sonho?
Segura minha mão, amor
se cremos em eternidade
Guiaremos um ao outro
pois a estrada é longa
em torno dela,tapetes de flores,
e nós, temos tempo.
by renatabomfim
nesta noite, quando
os dias são frios e cinzentos
e em torno de mim, as sombras se avolumam.
Ergue tua cabeça ao infinito,
imagina que eu estou lá,
na finitude meu canto,
a te dizer que vale a pena ser
quem somos.
Sim, somos dois loucos,
acreditamos em coisas que,
na realidade, poucos acreditam
em clichês do tipo:
o bem sempre vence o mal,
ser honesto é ser inteligente,
acreditamos em eternidade.
Nos une um sentimento que
põe à mesma mesa
Cristo, Buda, Kardec, Maomé...
comungando um prato apimentado,
ofertado pelas sacerdotisas de Gaia.
Eu e você, dois loucos,
repito,
vivemos na urgência,
para nós o tempo é
a aranha e não a teia.
E num dado momento
nos perguntamos
será verdade?
será possivel?
será um sonho?
Segura minha mão, amor
se cremos em eternidade
Guiaremos um ao outro
pois a estrada é longa
em torno dela,tapetes de flores,
e nós, temos tempo.
by renatabomfim
22/07/2007
Calíope
Serei a dama dos sonhos
e dos pesadelos
a morte calada
a luz que revela o contorno da carne
Serei amor
visão daquele que tem a marca
que vocifera interminaveis
que ascende ao campo dos deuses
Serei ás de espada e dama de copas
cantico sincero
encantamento
ao te desamarrar do mastro
do navio da indiferença.
by renatabomfim
e dos pesadelos
a morte calada
a luz que revela o contorno da carne
Serei amor
visão daquele que tem a marca
que vocifera interminaveis
que ascende ao campo dos deuses
Serei ás de espada e dama de copas
cantico sincero
encantamento
ao te desamarrar do mastro
do navio da indiferença.
by renatabomfim
20/07/2007
Sereia
Ela canta e encanta
no canto de seu sorriso
aparentemente desencantado
escorre uma gota dourada
disputada gota de mel
que cativa o mais vil coração
Ela adoça
envolve
e sorri
ele é seu!
então ela coleriza
e depois vai embora
e ele cativo-encatado
chora
no canto de seu sorriso
aparentemente desencantado
escorre uma gota dourada
disputada gota de mel
que cativa o mais vil coração
Ela adoça
envolve
e sorri
ele é seu!
então ela coleriza
e depois vai embora
e ele cativo-encatado
chora
18/07/2007
Os gatos, as bibliotecas e a literatura
Navegando pela internet, encontrei, esta semana, dois sítios curiosos. O primeiro levou-me ao segundo. E, ambos, a este texto.
No blog da jornalista Cora Rónai (www.cora.blogspot.com), num arquivo de 14 de abril deste ano, encontrei uma simpática referência ao Library Cats Map (www.ironfrog.com/catsmap.html), cujo projeto é catalogar os gatos que vivem e "trabalham" em bibliotecas de todo o mundo. Pode parecer surpreendente, mas dezenas de gatos, espalhados pelos países mais diferentes, demonstraram - como sempre! - sabedoria e escolheram viver no melhor dos ambientes: em meio aos livros. Na longa relação, alguns desses maravilhosos felinos têm, além de um breve histórico, uma ou mais fotografias: um, dorme entre os in-fólios; outro, refestela-se sob um naco de sol, ao lado dos arquivos; com a pata delicadamente pousada sobre a página, simulando o gesto de folhear o livro, o terceiro expressa um olhar vago, semelhante ao dos filósofos quando meditam.
Gatos e livros são, realmente, uma combinação perfeita. Nenhum outro animal sabe respeitar o silêncio e a introspecção de quem possui o hábito de ler. Ou, analisando melhor, nenhum outro animal compartilha tão intimamente desse silêncio e desse olhar mudo, com que investigamos o nosso íntimo. Eles guardam o que Cecília Meireles chamou de "soberana melancolia" e, ao olharem para nós, investigando as nossas angústias,
brota nos seus olhos erguidos
o arco-íris, resumo do dia,
ressuscitando dos seus olvidos,
onde apagado cada um jazia,
abstratos lumes sucumbidos. (1)
Charles Baudelaire apreciava mergulhar nesse olhos "de ágata e aço"; olhos que, para Pablo Neruda,
deixaram uma só
ranhura
para jogar as moedas da noite (...). (2)
E se Cecília Meireles afirmava que eles "proclamam a monarquia da renúncia", para o poeta chileno o felino é como um
pequeno
imperador sem orbe,
conquistador sem pátria
mínimo tigre de salão, nupcial
sultão do céu
das telhas eróticas (...).
Poetas das mais diferentes estirpes inspiraram-se nesses seres que parecem carregar, na elasticidade dos passos e na independência em relação aos homens, um segredo que a Semiótica ainda almeja desvendar.
T. S. Eliot escreveu, inspirado nesses enigmáticos animais, um conjunto de poemas - Os Gatos - que reúne preciosismo de linguagem, rigor estético, muito bom humor e, originalmente escrito para ser lido aos seus afilhados, acabou por se transformar num sucesso da Broadway. Nenhuma outra descrição de um gato pode superar a do seu "gato mago Mefisto-Félix":
Ele sempre te engana que tem gana
De andar à caça apenas de "peixinhos".
Tira tudo do estofo da casaca,
Faz milagres com a caixa-de-surpresa;
Se um garfo lá se foi ou falta a faca,
E achas que te enganaste ao pôr a mesa -
O talher que inda há pouco evaporou-se
Surge num fosso como se osso fosse! (3)
A fleuma felina é carregada de um leve desprezo. Impassíveis, aparentando superioridade e, até, uma certa arrogância, eles nos conquistam e, como julgou alguém, nos domesticam. Byron estava certo: "O gato possui beleza sem vaidade, força sem insolência, coragem sem ferocidade, todas as virtudes do homem sem vícios." E Mark Twain, com desculpável pessimismo, também acerta: "Se fosse possível cruzar o homem com o gato, melhoraria o homem, mas pioraria o gato."
Absolutos, plenos, únicos, independentes e visceralmente higiênicos, eles também sabem ser afáveis, mas sempre com distinção e nobreza. Na literatura brasileira, Manuel Bandeira foi quem melhor sintetizou todas essas qualidades:
Jardim da pensãozinha burguesa.
Gatos espapaçados ao sol.
A tiririca sitia os canteiros chatos.
O sol acaba de crestar os gosmilhos que murcharam.
Os girassóis
amarelo!
resistem.
E as dálias, rechonchudas, plebéias, dominicais.
Um gatinho faz pipi.
Com gestos de garçom de restaurant-Palace
Encobre cuidadosamente a mijadinha.
Sai vibrando com elegância a patinha direita:
- É a única criatura fina na pensãozinha burguesa. (4)
Meus dois gatos - o mais velho, sentado sobre o Houaiss, ao meu lado, e o mais jovem esparramado no sofá - olham-me e parecem, além de entender-me, concordar comigo. O primeiro inclina-se na minha direção, com os olhos faiscando num verde ambíguo, e, mostrando que sua intimidade com minha biblioteca não tem sido vã, sugere-me o final deste artigo, sussurrando-me, ao ouvido, uma frase que creio ser de Jean Cocteau: "Prefiro os gatos aos cães, porque não há gatos policiais."
Notas
(1) Os Gatos da Tinturaria, Cecília Meireles.
(2) Ode ao gato, Pablo Neruda.
(3) Tradução de Ivo Barroso.
(4) Pensão familiar, Manuel Bandeira.
Texto de Rodrigo Gurgel
Fonte: http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=696
No blog da jornalista Cora Rónai (www.cora.blogspot.com), num arquivo de 14 de abril deste ano, encontrei uma simpática referência ao Library Cats Map (www.ironfrog.com/catsmap.html), cujo projeto é catalogar os gatos que vivem e "trabalham" em bibliotecas de todo o mundo. Pode parecer surpreendente, mas dezenas de gatos, espalhados pelos países mais diferentes, demonstraram - como sempre! - sabedoria e escolheram viver no melhor dos ambientes: em meio aos livros. Na longa relação, alguns desses maravilhosos felinos têm, além de um breve histórico, uma ou mais fotografias: um, dorme entre os in-fólios; outro, refestela-se sob um naco de sol, ao lado dos arquivos; com a pata delicadamente pousada sobre a página, simulando o gesto de folhear o livro, o terceiro expressa um olhar vago, semelhante ao dos filósofos quando meditam.
Gatos e livros são, realmente, uma combinação perfeita. Nenhum outro animal sabe respeitar o silêncio e a introspecção de quem possui o hábito de ler. Ou, analisando melhor, nenhum outro animal compartilha tão intimamente desse silêncio e desse olhar mudo, com que investigamos o nosso íntimo. Eles guardam o que Cecília Meireles chamou de "soberana melancolia" e, ao olharem para nós, investigando as nossas angústias,
brota nos seus olhos erguidos
o arco-íris, resumo do dia,
ressuscitando dos seus olvidos,
onde apagado cada um jazia,
abstratos lumes sucumbidos. (1)
Charles Baudelaire apreciava mergulhar nesse olhos "de ágata e aço"; olhos que, para Pablo Neruda,
deixaram uma só
ranhura
para jogar as moedas da noite (...). (2)
E se Cecília Meireles afirmava que eles "proclamam a monarquia da renúncia", para o poeta chileno o felino é como um
pequeno
imperador sem orbe,
conquistador sem pátria
mínimo tigre de salão, nupcial
sultão do céu
das telhas eróticas (...).
Poetas das mais diferentes estirpes inspiraram-se nesses seres que parecem carregar, na elasticidade dos passos e na independência em relação aos homens, um segredo que a Semiótica ainda almeja desvendar.
T. S. Eliot escreveu, inspirado nesses enigmáticos animais, um conjunto de poemas - Os Gatos - que reúne preciosismo de linguagem, rigor estético, muito bom humor e, originalmente escrito para ser lido aos seus afilhados, acabou por se transformar num sucesso da Broadway. Nenhuma outra descrição de um gato pode superar a do seu "gato mago Mefisto-Félix":
Ele sempre te engana que tem gana
De andar à caça apenas de "peixinhos".
Tira tudo do estofo da casaca,
Faz milagres com a caixa-de-surpresa;
Se um garfo lá se foi ou falta a faca,
E achas que te enganaste ao pôr a mesa -
O talher que inda há pouco evaporou-se
Surge num fosso como se osso fosse! (3)
A fleuma felina é carregada de um leve desprezo. Impassíveis, aparentando superioridade e, até, uma certa arrogância, eles nos conquistam e, como julgou alguém, nos domesticam. Byron estava certo: "O gato possui beleza sem vaidade, força sem insolência, coragem sem ferocidade, todas as virtudes do homem sem vícios." E Mark Twain, com desculpável pessimismo, também acerta: "Se fosse possível cruzar o homem com o gato, melhoraria o homem, mas pioraria o gato."
Absolutos, plenos, únicos, independentes e visceralmente higiênicos, eles também sabem ser afáveis, mas sempre com distinção e nobreza. Na literatura brasileira, Manuel Bandeira foi quem melhor sintetizou todas essas qualidades:
Jardim da pensãozinha burguesa.
Gatos espapaçados ao sol.
A tiririca sitia os canteiros chatos.
O sol acaba de crestar os gosmilhos que murcharam.
Os girassóis
amarelo!
resistem.
E as dálias, rechonchudas, plebéias, dominicais.
Um gatinho faz pipi.
Com gestos de garçom de restaurant-Palace
Encobre cuidadosamente a mijadinha.
Sai vibrando com elegância a patinha direita:
- É a única criatura fina na pensãozinha burguesa. (4)
Meus dois gatos - o mais velho, sentado sobre o Houaiss, ao meu lado, e o mais jovem esparramado no sofá - olham-me e parecem, além de entender-me, concordar comigo. O primeiro inclina-se na minha direção, com os olhos faiscando num verde ambíguo, e, mostrando que sua intimidade com minha biblioteca não tem sido vã, sugere-me o final deste artigo, sussurrando-me, ao ouvido, uma frase que creio ser de Jean Cocteau: "Prefiro os gatos aos cães, porque não há gatos policiais."
Notas
(1) Os Gatos da Tinturaria, Cecília Meireles.
(2) Ode ao gato, Pablo Neruda.
(3) Tradução de Ivo Barroso.
(4) Pensão familiar, Manuel Bandeira.
Texto de Rodrigo Gurgel
Fonte: http://www.digestivocultural.com/colunistas/coluna.asp?codigo=696
Aula de etiqueta para gatos inexperientes

1) Se você tiver que vomitar, pule rapidamente no sofá. Se o sofá estiver longe demais, procure um bom tapete.
2) Determine logo qual é a visita que detesta gatos, e sente no colo dela durante toda a noitada. Ela não terá coragem de empurrá-lo para o chão, e pode ser até que venha a dizer "Gatinho bonito!". Se você estiver com bafo de comida de gato, melhor ainda.
3) Para sentar no colo ou se esfregar em perna de gente usando calça comprida, escolha, de preferência, cores contrastantes com as suas.
4) Acompanhe, sempre, as visitas que vão ao banheiro. Não é necessário fazer nada. Basta sentar e ficar olhando.
5) Trate as visitas que digam "Adoro gatos!" com total desprezo, e esteja pronto a unhar suas meias ou, eventualmente, morder seus calcanhares.
6) Não permita portas fechadas em comodo algum. Para abrir uma porta, apóie-se nas patas traseiras e bata nela com toda força que tiver nas dianteiras. Quando a porta for finalmente aberta para você, não é necessário usá-la; você pode mudar de idéia tranqüilamente. Quando você ordenar a abertura de uma porta que dê para fora, pare exatamente no meio do caminho, entre a porta e o vão, e aproveita para pensar sobre diversas coisas. Isso é particularmente importante em noites muito frias, e em épocas de mosquitos.
7) Se uma pessoa estiver ocupada e outra à toa, fique com a ocupada. Se alguém estiver lendo, chegue bem perto, e dê um jeitinho de meter o focinho entre o livro e a cara da pessoa. Desconsidere isso em casos de leitores que abrem livros ou jornais em cima da mesa; aí, basta deitar em cima do que estiver sendo lido.
8) Se algum dia encontrar uma senhora tricotando, suba no colo dela e deite. Derepente, estique a pata e, como quem não quer nada, dê um bom tranco nas agulhas. Observe os acontecimentos: isso se chama perder o fio da meada, e a senhora tentará atrair sua atenção para outras partes da casa. Ignore-a.
9) Quando encontrar alguém fazendo o dever de casa, sente-se na folha de papel que estiver sendo trabalhada. Depois de ter sido removido de lá pela terceira vez, vá para outro canto da mesa e empurre tudo que se mexa: lápis, cola, tesoura e o que mais houver.
10) Durma bem durante o dia para estar novo em folha, e pronto para brincadeiras entre 2 e 4 horas da manhã. Se seu humano trabalhar durante a noite, modifique seus hábitos de sono para poder estar com a corda toda entre as 10h e o meio-dia.
ps: o gato da imagem é Elvis, o meu deus grego felino!!!
16/07/2007
Uso de cães e gatos na alimentação
No Vietnã, cães são escolhidos por donas casa e crianças, e são abatidos na hora. Eles são escolhidos e retirados de uma gaiola com um pau com gancho na ponta, espetando o animal pelo pescoço. Em seguida são jogados em água fervendo e suas peles são arrancadas com eles vivos.
Cães são vendidos em mercados e restaurantes. Acreditam que sua carne é afrodisíaca. Estima-se que são abatidos 500 cães e gatos por dia.
Na China, o "melhor amigo do homem" é uma iguaria. Lá, como aqui, os cães são criados normalmente entre os homens e, quando o dono decide comê-lo, basta assobiar. O dócil amigo se aproxima, recebe uma forte pancada na cabeça e vai direto para a panela.
Existem restaurantes que servem cães São Bernardo, especialmente o "Fondue de cachorro", o que está gerando fortes protestos internacionais. Os criadores de São Bernardo vêm crescendo a cada ano, pois é quatro vezes mais lucrativo do que criar porcos, vacas e galinhas.
No Brasil, gatos são normalmente transformados em churrasco e vendidos nas ruas em espetos.
Instituto Nina Rosa
http://www.institutoninarosa.org.br/ler_topicos.asp?ID_Topico=47
Cães são vendidos em mercados e restaurantes. Acreditam que sua carne é afrodisíaca. Estima-se que são abatidos 500 cães e gatos por dia.
Na China, o "melhor amigo do homem" é uma iguaria. Lá, como aqui, os cães são criados normalmente entre os homens e, quando o dono decide comê-lo, basta assobiar. O dócil amigo se aproxima, recebe uma forte pancada na cabeça e vai direto para a panela.
Existem restaurantes que servem cães São Bernardo, especialmente o "Fondue de cachorro", o que está gerando fortes protestos internacionais. Os criadores de São Bernardo vêm crescendo a cada ano, pois é quatro vezes mais lucrativo do que criar porcos, vacas e galinhas.
No Brasil, gatos são normalmente transformados em churrasco e vendidos nas ruas em espetos.
Instituto Nina Rosa
http://www.institutoninarosa.org.br/ler_topicos.asp?ID_Topico=47
06/07/2007
Mata
Respirar
ouvir
Despertar os sentidos adormecidos
ser um deles
e não ser
esse bicho estranho
ser um com ele
um com ela
sermos Um
sonho?
by renata bomfim
ouvir
Despertar os sentidos adormecidos
ser um deles
e não ser
esse bicho estranho
ser um com ele
um com ela
sermos Um
sonho?
by renata bomfim
lembranças
Recorda-se de nós?
daqueles dias passados
noutras esferas
daqueles sons e gestos
difíceis de serem esquecidos?
Recorda-se das noites chorosas
dos sonhos megalomaniacos de felicidade?
Outros tempos e espaços
outras canções
ritmos animados pela inocência
São fatos/ fardos amarelados do album/vida
postais de viagens transcendentais
holotrópicas, hoje, fantasmagóricas
Onde estamos de verdade?
onde nosso coração está?
onde viveremos sem sermos massacrados?
viveremos?
by renata bomfim
daqueles dias passados
noutras esferas
daqueles sons e gestos
difíceis de serem esquecidos?
Recorda-se das noites chorosas
dos sonhos megalomaniacos de felicidade?
Outros tempos e espaços
outras canções
ritmos animados pela inocência
São fatos/ fardos amarelados do album/vida
postais de viagens transcendentais
holotrópicas, hoje, fantasmagóricas
Onde estamos de verdade?
onde nosso coração está?
onde viveremos sem sermos massacrados?
viveremos?
by renata bomfim
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